Nova
A Lua Nova ocorre quando o lado iluminado da Lua está voltado para o Sol, fazendo com que a Lua não seja visível no céu noturno. Isso marca o início de um novo ciclo lunar e simboliza recomeços e novas possibilidades.
Crescente
A fase Crescente começa quando uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando gradualmente noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.
Cheia
A Lua Cheia ocorre quando a Terra se encontra entre o Sol e a Lua, permitindo que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo. É o período de maior intensidade luminosa, associado à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.
Minguante
A fase Minguante ocorre quando apenas metade da Lua está visível, simbolizando reflexão, encerramento e preparação para novos começos. É a fase oposta à Quarto Crescente.
Calendário de Fases da Lua em Junho de 2026
As fases da Lua no mês de junho de 2026 começaram no dia 8 com a chegada da Lua Minguante, seguida da Lua Nova, no dia 14. A Lua Crescente iniciou às 18h55 de domingo (21) e precede a Lua Cheia, que chega no dia 29, às 20h58.
Fases Técnicas
- Lua Nova: A Lua não é visível no céu noturno, simbolizando recomeços e novas possibilidades.
- Lua Crescente: Uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, simbolizando crescimento e desenvolvimento.
- Lua Cheia: A Lua recebe luz por completo, simbolizando plenitude e auge de processos.
- Lua Minguante: A Lua começa a perder luminosidade, simbolizando reflexão e preparação para novos começos.
Fases Intermediárias
- Quarto Crescente: Metade da Lua está visível, simbolizando crescimento e desenvolvimento.
- Quarto Minguante: A Lua começa a perder luminosidade, simbolizando reflexão e preparação para novos começos.
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)
Fonte Adicional: Olhar Digital, por Flávia Correia**